Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

A Lanterna Mágica

o cinema começa com a lanterna mágica.

A Lanterna Mágica

o cinema começa com a lanterna mágica.

Spectre: 'Farewell Mr. Bond, but not goodbye*'

James Bond está de volta pela mão de Sam Mendes neste intenso ‘Spectre’. Daniel Craig parece dizer assim adeus à personagem que reinventou em quatro filmes.

 

 

Se há frase que tem sido dita por Bond Girls e maus da fita nos 24 filmes de 007 é precisamente «Adeus, Mr. Bond». Esta em particular dirigida a Roger Moore vem do filme ‘Missão Ultra-Secreta’, de 1981. Daniel Craig tornou-se em 2006 (com Casino Royale) o 6º ator a interpretar Bond, James Bond, e o primeiro a nascer após o início da saga no cinema (na altura, 1968, Sean Connery era o Bond de serviço). Quase uma década depois estreia hoje Spectre, o 4º filme e, tudo indica, o último com Craig mas não o último de 007.

Sam Mendes volta ao leme, depois de uma parceria feliz em críticas e receitas de bilheteira – bateu o recorde absoluto de 007 – com Skyfall, em 2012.

E o que vale Spectre?
É um ‘Spectre-táculo’, como dizia a revista Variety. Se este é mesmo o último filme para Craig (e vamos evitar os chamados spoilers neste texto), o seu estilo de Bond mais físico e negro (com traumas reais) acaba o percurso épico em grande, nas emoções e em adrenalina, no máximo.

O ator inglês de 47 anos reinventou, em conjunto com a produção (e neste filme ele junta-se inclusive à equipa de produção), a personagem e recentemente admitiu que está na hora de pendurar as armas, os gadgets e a licença para matar.

Spectre é também uma homenagem ao percurso que começou com Dr. No e Sean Connery em 1962 e o filme está repleto de referências à saga que existe há 53 anos no cinema e foi criada em 1953 por Ian Fleming. Há ainda uma clara sensação de fim de ciclo, com os vários amores e vilões que influentes na vida recente de Bond, versão Craig, a serem reavivados por um mau da fita pequeno e tenebroso que oscila entre o simpático e o psicótico (Christoph Waltz).

México, Roma, Marrocos
O novo filme começa na sequência da morte chocante de M (Judy Dench), em Skyfall. Uma mensagem encriptada para Bond desencadeia uma investigação a nome individual sobre uma misteriosa organização criminosa chamada Spectre que começa no México, com Bond a criar o caos para impedir um ataque terrorista.

O novo M (Ralph Fiennes) tenta manter o MI6 em funcionamento numa altura em que um novo chefe nomeado pelo governo britânico quer acabar com o programa dos agentes secretos e apostar na vigilância global. O insubordinado Bond tenta, à revelia da chefia, encontrar forma de destruir a ameaça da Spectre – onde encontra em Hinx (o ex-wrestler Dave Bautista) um rival persistente numa aventura que o leva também por Roma, Áustria e Marrocos.

Se há parte que podia resultar melhor é a história de amor, que podia ser melhor explorada, de Bond, com a líndissima Léa Seydoux. Ela sim uma actriz e personagem com muito para dar.

 

NOVAS PERSONAGENS
Oberhauser - O líder da organização Spectre
(Chistoph Waltz) é um homem bizarro, cheio de truques e manias a fazer lembrar outros vilões míticos.

Lucia
Aos 51 anos, Monica Belucci tornou-se na menos nova (e uma das mais sexys) Bond Girls. Viúva em risco de vida, vai envolver-se com 007.

Madeleine Swann
A francesa Léa Seydoux faz de uma filha de um assassino e a última Bond Girl a entrar no filme. Bela e mortífera, torna-se personagem-chave para Bond.

 

Matt perdido em marte com uma missão

‘Perdido em Marte’  >> 6/10

 

Foi uma pena não ter tido tempo na altura em que o vi para escrever uma crítica decente deste filme repleto de bons momentos de Ridley Scott.

O realizador inglês volta à ficção científica nesta história de uma missão a Marte que coloca um astronauta (Matt Damon, de volta ao espaço depois de Interstellar) numa situação de risco: um acidente coloca-o fora da equipa da missão e, quando todos pensavam que ele tinha morrido, ele dá sinais de vida mas percebe que acabou por ficar ‘abandonado' no planeta.

O que se segue é pura sobrevivência com ajuda de quem está na Terra. O filme podia ser mais completo e convincente em algumas partes mas vive por completo do brilhantismo de Matt Damon (podem dar-lhe mais um Óscar que é bem entregue), um homem que se torna à força habitante de Marte, mas que lida relativamente bem com isso. Ele tem uma dupla missão, sobreviver e arranjar forma de tentar voltar para casa, e uma sub-missão, contar a sua experiência para as GoPro presentes para que outros percebam o que ele está a viver e possam aprender com isso.

É esse momento Cast Away, com semelhanças ao filme em que Tom Hanks está perdido numa ilha deserta, de que vive o filme. E vive bem, diga-se. Damon é genial por lá, naquele mundo distante, onde põe em prática o seu lado de cientista mas acima de tudo de botânico - o filme até nos ajuda a perceber o quão essencial e cativante pode ser a botânica. Nesse périplo não faltam belos momentos divertidos (tudo o que ele fizesse por lá seria o primeiro homem a fazê-lo) mas também introspectivos deste homem sozinho em Marte que nos fazem tentar imaginar o que seria se ficássemos presos num planeta que não é o nosso.

 

Do incrível elenco fazem parte Jeff Daniels, Jessica Chastain, Kristen Wiig, Michael Peña, Kate Mara, Sean Bean, Sebastian Stan, Aksel Hennie e Chiwetel Ejiofor.

Sobrenatural ao estilo Del Toro mas de pouca tracção em Crimson Peak

Guillermo Del Toro volta ao terror com Crimson Peak: A Colina Vermelha. Tom Hiddleston, Mia Wasikowska e Jessica Chastain são o trio que protagoniza o filme. Que desilusão e desperdício de filme!   >> 5/10

crimson-peak-tom-hiddleston-3-1500x844.jpg

 

Um romance gótico, repleto de fantasia, mistério sobrenatural e alguns sustos. Guillermo Del Toro volta ao que o distinguiu no mundo do cinema, o fantástico, mas com uma história que chega a parecer pobre demais para ser verdade.

O realizador da saga Hellboy e de O Labirinto do Fauno aventurou-se em 2013 num blockbuster (Batalha do Pacífico) mas em ‘Crimson Peak: A Colina Vermelha’ volta ao seu famoso lado ‘negro’, agora na Inglaterra do século XIX.

Mia Wasikowska é a jovem escritora americana que acredita em fantasmas, Edith, que se envolve com o elegante inglês 'dono' de um título, Sir Thomas Sharpe (Tom Hiddleston), Jessica Chastain é a misteriosa irmã de Thomas. O que começa por ser uma visita aos Estados Unidos em trabalho, passa a ser um romance peculiar tal é o magnetismo que une Edith e Thomas. Após o assassinato do seu pai, a jovem casa-se e parte com o seu amor para a casa da família, em Inglaterra.

É na misteriosa casa de Crimson Peek que o sobrenatural e os medos de Edith mais se revelam.

O filme de Del Toro parece ter todos os ingredientes para um romance gótico convincente: óptimos atores, cenários repletos de pormenores perfeitos, efeitos visuais espantosos de um grande realismo e um realizador experiente no género. Mas para grande lamento deste escriba, peca numa história e num enredo sem capacidade de surpreender e nem sequer inclui suspense digno de nota.

No domínio do terror não é verdadeiramente assustador e isso é um verdadeiro desperdício de talentos. Ainda assim, em fotografia é notável e é cativante quanto baste. Mas no que importa não basta.

Ser ou não ser Mínimo, eis a questão

As criaturas amarelas como as bananas têm agora direito ao seu próprio filme, depois de Gru: o Maldisposto. O fenómeno Mínimos já chegou às salas lusas. Bem aparecidos sejam. Os Mínimos, felizmente, vieram para ficar.  >> 7/10

minions_2015-wide.jpg

 

Há seres humanos, outros seres vivos animais e vegetais e depois ainda há... os Minions, ou Mínimos.

Os pequenos seres amarelos que falam uma língua muito própria (a fazer lembrar bebés espanhóis) têm finalmente um filme só para eles. Depois de atingirem a fama na saga Gru: o Maldisposto, hoje são protagonistas em videoclips musicais, em mensagens inspiracionais nas redes sociais e constituem um verdadeiro fenómeno cultural que apaixona seres humanos de todas as idades.

Reza a lenda (do novo filme), os Mínimos existem no planeta Terra desde os primórdios dos tempos e, ao contrário dos outros seres vivos, não crescem, não se reproduzem e parecem nunca morrer.

Esta comunidade de pequenos seres amarelos como as bananas – o fruto que adoram – só se sente realizada quando estão a servir o mais cruel dos patrões. Mesmo com o seu ar simpático, bondoso e divertido, os Mínimos «só se sentem bem com um senhor a quem servir», como diz o narrador (Herman José na versão dobrada) do filme a certa altura.

Esta é a história da sua evolução desde os primórdios dos tempos, até descobrirem o patrão perfeito: Gru.

Com uma comédia muito física, a fazer lembrar o esquilo Scratch de Idade do Gelo, acompanhamos os Mínimos desde os tempos em que serviam o tiranossauro, passando por Napoleão, até ao momento em que, deprimidos e sem mestre, três deles – Kevin, Bob e Dave – decidem rumar até a uma convenção de vilões nos EUA, para descobrir um novo mestre. Por lá encontram Scarlett Overkill, a primeira supervilã do mundo. Mas o trabalho para ela em Londres vai levá-los a mais a uma aventura improvável.

O filme do estúdio franco-americano Illumination, é uma divertida aventura que faz jus ao potencial dos heróis improváveis amarelos Mínimos e os coloca perante dilemas peculiares, com os quais eles lidam de uma forma particular e original. São personagens com tanto para dar e, mesmo que pareçam falar uma língua imperceptível, conseguem ainda assim comunicar, sentir, reagir e sempre divertir.

 

A versão original conta com vozes de Sandra Bullock, Michael Keaton e Steve Coogan. Do elenco português fazem parte Soraia Chaves, César Mourão, Herman José e Vasco Palmeirim.

Pixar e o B, A, BA, das emoções humanas em 'Divertida mente'

A Pixar traz-nos 'Divertida-mente', sobre a forma como as emoções humanas (personificadas) lidam umas com as outras no cérebro de uma rapariga. Uma das melhores explicações do funcionamento do cérebro humano no cinema e, acima de tudo, uma animação encantadora com tanto para oferecer.  >> 8/10

INSIDE-OUT-8-1940x1092.jpg

 

No início dos anos 90 uma divertida série televisiva chamada Herman’s Head – que também passou em Portugal – mostrava os diferentes traços da personalidade de um homem que, dentro do seu cérebro, tentavam ter importância. O conceito genial era apaixonante mas a série, com menos meios do que devia ter, acabou por cair nas audiências e no esquecimento. Mas o mote estava lançado - tal como Lipstick on Your Collar, uma mini série britânica com Ewan McGregor de 1993 já mostrava de forma brilhante o conceito da imaginação-ao-vivo-e-a-cores que a série Ally McBeal popularizou anos mais tarde.

A Pixar expande esse conceito e tornou-o na sua mais recente animação. 'Divertida-mente', tal como o nome indica, consegue ser uma animação divertida e repleta de imaginação capaz de agradar a miúdos, mas também a graúdos já que consegue com mestria mostrar como os diferentes traços de personalidade humana (Alegria – voz de Amy Poehler – o Medo, a Raiva, a Repulsa e a Tristeza) podem ser compatíveis.

O filme pode ser complexo demais para crianças mais novas mas consegue explorar como poucas animações o fizeram as emoções humanas em situações de dificuldade e deixar-nos a pensar sobre a forma como o que nos acontece na infância ou na idade adulta nos pode mudar e afectar as nossas reacções.

O 'cérebro' protagonista é o de uma menina que tem dificuldades em lidar com a mudança da família do pacato Minnesota até à complexa São Francisco.

Mad Max no mundo da Furiosa

Charlize Theron é uma das boas surpresas de ‘Mad Max: Estrada da Fúria’, um dos melhores filmes de ação (frenética) dos últimos anos que volta a ser realizado pelo australiano George Miller. >> 9/10

 

 

É um dos maiores riscos no cinema: voltar ao sítio (às sagas) onde já se foi feliz. Foi isso que fez o cineasta autraliano George Miller, criador do pós-apocaliptíco Mad Mad, trilogia com Mel Gibson que acabou por criar um género nos anos 80. Agora, 36 anos depois do primeiro filme (1979), o próprio Miller recomeça a saga do lendário Mad Max com, arriscamo-nos a dizer, o melhor filme de ação do ano.

A Rush of Blood to the Head. Os Coldplay têm a música (e álbum), Mad Max versão século XXI tem a experiência completa. Mad Max: Estrada da Fúria não fica nada a dever à mítica saga de Mad Max, embora seja diferente – consegue manter os níveis de adrenalina no máximo.

Esperem emoções fortes, mas também pouco diálogo e muita ação. O conflito, loucura, dilemas e profundidade estão lá todos, mesmo sem muitas palavras nem diálogos. Só o suficiente.

Em vez de estar tudo centrado num protagonista (Mel Gibson, na saga anterior), agora temos acima de tudo dois, Charlize Theron (interpretação incrível) e Tom Hardy (à altura) - por esta ordem. Ela é Furiosa, uma mulher corajosa que foge com um grupo de mulheres escravizadas pelo homem mais poderoso deste mundo desértico e decadente.

O que se segue é uma perseguição implacável com boa música, tiros, bólides rudes, artesanais, repletos de gadgets e formas originais de fazer guerra num filme onde estamos sempre em movimento, em fuga. Max é uma das várias personagens em conflito interior, que tem de decidir que lado apoiar.

Para além do brilhantismo das (longas) cenas de ação, coreagrafadas na perfeição, no meio do deserto há maldade, crueldade, boas intenções, passados sombrios e heróis improváveis.

Um sinal dos tempos. Charlize Theron acaba por ser a grande protagonista. Mesmo com Max, cujo nome só é revelado no final, a ganhar força, interesse, profundidade e bondade a cada minuto de filme que passa, Charlize é a rainha da guerra, a mulher com a missão de procurar refúgio, quando rapta as mulheres-troféu do Lorde da Guerra que comanda tudo e todos, já que controla a água num mundo torcido com falta dela.

Este mundo dominado pelos homens é rude, cruel, injusto e egoísta. Uma mulher tenta combatê-lo fugindo com as procriadoras do dono desta realidade mas só consegue ter sucesso com a ajuda de um homem. O filme não é condescendente nem com mulheres nem com homens e é um belíssimo exemplo de como um filme espectacular com algumas das melhores cenas de acção dos últimos tempos consegue ser interessante, com substância e temas actuais no meio da diversão.

Este novo Mad Max é mesmo um dos acontecimentos cinematográficos do ano e tem já honras de saga com duas sequelas agendadas. Aleluia. O cinema de acção está vivo, memorável e recomenda-se.

Quando a criação supera os... Vingadores

‘Os Vingadores: A Era de Ultron’ é uma sequela que traz espetáculo e emoções típica dos heróis da Marvel, mas também nos mostra a visão de Joss Whedon sobre o tema da moda, inteligência artificial. Analisamos ainda alguns dos exemplos recentes onde o tema tem sido 'rei'.

050.jpg

 

O cinema aborda a inteligência artificial há várias décadas mas nos últimos anos não só os seres criados pelo homem são mais inteligentes, como passaram a ser vistos como uma espécie de pessoas… digitais. Qual o exemplo mais recente? Exatamente um dos blockbusters do ano: Os Vingadores: A Era de Ultron, que chega esta semana às salas portuguesas.

O filme volta a ser escrito e realizado por Joss Whedon, conhecido como guionista de Toy Story, Alien: O Regresso ou Buffy, Caçadora de Vampiros (a série) mas realizador desde a série Firefly, à semelhança do primeiro filme de Os Vingadores (2012).

Agora são colocados novos desafios, mais negros e introspectivos, à equipa de super-heróis da Marvel, sobre os seus traumas: Capitão América (Chris Evans), Thor (Chris Hemsworth), Homem de Ferro (Robert Downey Jr.), Hulk (Mark Ruffalo); bem como à Viúva Negra (Scarlett Johansson) e Hawkeye (Jeremy Renner).

Além de espetacular, repleto de excelentes efeitos, e emocionante, Os Vingadores: A Era de Ultron é também cativante e negro.

Tony Stark tenta usar um ceptro vindo do mundo de Thor para concretizar um sonho: criar um programa ultra poderoso, Ultron, para manter a paz no mundo, mas a inteligência do programa torna-o demasiado perigoso. O grupo de Vingadores não só passa a ter de o parar (com o risco de ser eliminado) como começa a sofrer de uma espécie de crise existencial face aos inimigos que colecciona (um deles tem poderes psíquicos).

 

Cinema & inteligência artificial

Desde 1927 que o cinema imagina um futuro dominado por robôs temíveis, quando Fritz Lang lançou a ficção científica Metropolis.

2001: Odisseia no Espaço (1968), Star Wars (1977), Blade Runner (1982), Tron (1982), Exterminador Implacável (1984), Curto Circuito (1986), RoboCop (1987), Star Trek: Gerações (1994), Matrix (1999) e À Boleia Pela Galáxia (2005), entre outros, também abordam o tema sobre seres humanos postos em causa (ou não) por seres de inteligência artificial (IA).

Mas os filmes dos últimos anos não só tornaram no tema uma moda, como vão mais longe na forma sombria e moralmente pouco clara como o abordam, à semelhança do filme de Spielberg de 2001: AI: Inteligência Artificial – onde a humanidade não é vista como heroína na relação com os andróides, bem pelo contrário.

De seguida ficam exemplos dos filmes mais recentes onde a temática é explorada, nuns casos de forma semelhante ao passado, em outros de forma original e nova (um sinal dos tempos e da forma como a tecnologia e a internet influencia de forma diferente o nosso quotidiano).

Her (2013)
Spike Jonze apostou numa inspirada ficção científica filosófica sobre um homem que se apaixona por um programa inteligente com voz de Scarlett Johansson. Uma perspetiva refrescante.

Interstellar (2014)
Se filmes como Alien já tinham um robô inteligente (aspeto humano), Interstellar (que homenageia 2001: Odisseia no Espaço) tem TARS, que Matthew McConaughey salva da morte certa.

Lucy (2014)
Luc Besson mostra uma nova perspetiva sobre a forma como o ser humano (Scarlett) pode entrar (e ser) digital, que também se vê no filme Neill Blomkamp, Chappie (2015).

Ex Machina (2015)
Thriller de ficção científica britânico ainda nas salas lusas de Alex Garland, coloca um humano a avaliar as qualidades humanas de uma robô sexy e com inteligência artificial.

Existem ainda outros filmes onde a temática é abordada, desde I, Robot (2004), com Will Smith, até à popular animação da Pixar Wall-E (2008). Com menos impacto e relevância mas também eles exemplos da tentativa de pegar no tema existem filmes como o britânico The Machine (2013) – sobre um informático que cria inteligência artificial para os militares –, ou o menos conseguido Autómata (2014), onde Antonio Banderas vive num mundo onde os robôs se tentam emancipar em segredo.

Johnny Depp também se aventurou no tema no filme Transcendence: A Nova Inteligência (2014), onde um cientista assassinado volta à vida quando a mulher incorpora no seu cérebro um supercomputador que lhe permite comunicar como se estivesse… vivo.

 

Mais sobre mim

imagem de perfil

Arquivo

  1. 2019
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2018
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2017
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2016
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2015
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2014
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D