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A Lanterna Mágica

o cinema começa com a lanterna mágica.

A Lanterna Mágica

o cinema começa com a lanterna mágica.

Zoolander em busca do mesmo olhar...

 

 

Sejam, de novo, bem-vindos ao maravilhoso mundo de Zoolander, o ícone da moda e das pessoas que são muito, muito, muito ridiculamente bem parecidas. Ben Stiller ressuscita uma das personagens mais divertidas, originais e repleta de ironia não intencional do início do novo milénio, Derek Zoolander.

Em 2001 o filme realizado, escrito e produzido por Stiller depressa tornou-se de culto e as expressões e atitudes ‘nonsense’ (os olhares Blue Steel e Magnum, por exemplo) serviam para criticar o snobe mundo da moda, a sociedade orientada para a beleza e deixar frases que se mantiveram.

Agora, 15 anos depois do 1º filme, Zoolander 2, ou Zoolander No. 2 (referência aos anúncios de perfume), mostra-nos um Derek amargurado e em reclusão após a morte da mulher – quando o seu instituto se desmoronou por má escolha de materiais.

Billy Zane traz a Derek e ao seu antigo rival dos modelos masculinos Hansel (Owen Wilson) uma proposta irrecusável de voltaram ao novo mundo da moda sob a égide de um dos novos designers.

O que se segue é uma história rocambolesca repleta de momentos peculiares:

- envolve um conjunto de estrelas desaparecidas misteriosamente e cujas últimas fotos mostram o olhar de Zoolander, Blue Steel, incluindo Justin Bieber;

- o filho desaparecido que Derek quer recuperar;

- uma sensual inspetora da Interpol da Moda (Penélope Cruz);

- um bizarro ícone dos designers que gosta de lixo tóxico na sua moda e uma lista de cameos da música à moda incrivelmente extensa, de Susan Sarandon a John Malkovich, Naomi Campbell, Neil deGrasse Tyson, Kate Moss, Susan Boyle, Tommy Hilfiger, M. C. Hammer, Marc Jacobs, entre muitos outros.

Benedict Cumberbatch faz de modelo híbrido entre homem e mulher e Sting e Kiefer Sutherland têm participações no mínimo peculiares onde usam os seus próprios nomes.

O filme nonsense consegue ter momentos divertidos q.b. mas está bem longe de acertar na comédia e na ironia como o primeiro o fez. Sabe a pouco e o chorrilho de estrelas que aparecem parece ter bem menos piada e pertinência do que vimos em 2001 - na altura foi possível ver um estranho modelo de mãos David Duchovny. Se no primeiro filme Zoolander passava de olhar em olhar, agora parece haver menos evolução tanto em busca de olhares da moda como evolução na personagem e da história.

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