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A Lanterna Mágica

o cinema começa com a lanterna mágica.

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Quando a criação supera os... Vingadores

‘Os Vingadores: A Era de Ultron’ é uma sequela que traz espetáculo e emoções típica dos heróis da Marvel, mas também nos mostra a visão de Joss Whedon sobre o tema da moda, inteligência artificial. Analisamos ainda alguns dos exemplos recentes onde o tema tem sido 'rei'.

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O cinema aborda a inteligência artificial há várias décadas mas nos últimos anos não só os seres criados pelo homem são mais inteligentes, como passaram a ser vistos como uma espécie de pessoas… digitais. Qual o exemplo mais recente? Exatamente um dos blockbusters do ano: Os Vingadores: A Era de Ultron, que chega esta semana às salas portuguesas.

O filme volta a ser escrito e realizado por Joss Whedon, conhecido como guionista de Toy Story, Alien: O Regresso ou Buffy, Caçadora de Vampiros (a série) mas realizador desde a série Firefly, à semelhança do primeiro filme de Os Vingadores (2012).

Agora são colocados novos desafios, mais negros e introspectivos, à equipa de super-heróis da Marvel, sobre os seus traumas: Capitão América (Chris Evans), Thor (Chris Hemsworth), Homem de Ferro (Robert Downey Jr.), Hulk (Mark Ruffalo); bem como à Viúva Negra (Scarlett Johansson) e Hawkeye (Jeremy Renner).

Além de espetacular, repleto de excelentes efeitos, e emocionante, Os Vingadores: A Era de Ultron é também cativante e negro.

Tony Stark tenta usar um ceptro vindo do mundo de Thor para concretizar um sonho: criar um programa ultra poderoso, Ultron, para manter a paz no mundo, mas a inteligência do programa torna-o demasiado perigoso. O grupo de Vingadores não só passa a ter de o parar (com o risco de ser eliminado) como começa a sofrer de uma espécie de crise existencial face aos inimigos que colecciona (um deles tem poderes psíquicos).

 

Cinema & inteligência artificial

Desde 1927 que o cinema imagina um futuro dominado por robôs temíveis, quando Fritz Lang lançou a ficção científica Metropolis.

2001: Odisseia no Espaço (1968), Star Wars (1977), Blade Runner (1982), Tron (1982), Exterminador Implacável (1984), Curto Circuito (1986), RoboCop (1987), Star Trek: Gerações (1994), Matrix (1999) e À Boleia Pela Galáxia (2005), entre outros, também abordam o tema sobre seres humanos postos em causa (ou não) por seres de inteligência artificial (IA).

Mas os filmes dos últimos anos não só tornaram no tema uma moda, como vão mais longe na forma sombria e moralmente pouco clara como o abordam, à semelhança do filme de Spielberg de 2001: AI: Inteligência Artificial – onde a humanidade não é vista como heroína na relação com os andróides, bem pelo contrário.

De seguida ficam exemplos dos filmes mais recentes onde a temática é explorada, nuns casos de forma semelhante ao passado, em outros de forma original e nova (um sinal dos tempos e da forma como a tecnologia e a internet influencia de forma diferente o nosso quotidiano).

Her (2013)
Spike Jonze apostou numa inspirada ficção científica filosófica sobre um homem que se apaixona por um programa inteligente com voz de Scarlett Johansson. Uma perspetiva refrescante.

Interstellar (2014)
Se filmes como Alien já tinham um robô inteligente (aspeto humano), Interstellar (que homenageia 2001: Odisseia no Espaço) tem TARS, que Matthew McConaughey salva da morte certa.

Lucy (2014)
Luc Besson mostra uma nova perspetiva sobre a forma como o ser humano (Scarlett) pode entrar (e ser) digital, que também se vê no filme Neill Blomkamp, Chappie (2015).

Ex Machina (2015)
Thriller de ficção científica britânico ainda nas salas lusas de Alex Garland, coloca um humano a avaliar as qualidades humanas de uma robô sexy e com inteligência artificial.

Existem ainda outros filmes onde a temática é abordada, desde I, Robot (2004), com Will Smith, até à popular animação da Pixar Wall-E (2008). Com menos impacto e relevância mas também eles exemplos da tentativa de pegar no tema existem filmes como o britânico The Machine (2013) – sobre um informático que cria inteligência artificial para os militares –, ou o menos conseguido Autómata (2014), onde Antonio Banderas vive num mundo onde os robôs se tentam emancipar em segredo.

Johnny Depp também se aventurou no tema no filme Transcendence: A Nova Inteligência (2014), onde um cientista assassinado volta à vida quando a mulher incorpora no seu cérebro um supercomputador que lhe permite comunicar como se estivesse… vivo.

 

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